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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

INICIANDO UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA SUA ORGANIZAÇÃO


Mês de novembro, dezembro e janeiro, meses para desenvolver, criar, iniciar ou concluir o Planejamento Estratégico. Para quem não conhece estamos aplicando o “Balanced Scorecard” conhecido mais como BSC e concluindo uma pesquisa do perfil das organizações do terceiro setor em Rondônia. Posso me expressar inicialmente algumas dificuldades. 

1 – Muitas Associações e Fundações têm dificuldade em desenvolver seu BSC inicial; 

2 – Elas não têm uma estratégia clara: Algumas têm documento de “estratégia” de 50 páginas, outras têm uma “estratégia” que é apenas uma lista de programas e iniciativas planejadas que nunca menciona os resultados que esses programas e iniciativas pretendem atingir; 

3 – Para aplicar o BSC, pensamento da Associação e Fundação tem que mudar de “Planos a fazer” para “O que pretendemos alcançar”, também tem que mudar de “atividades” para “resultados”. 

Interessante? Pois é Senhoras e Senhores do Terceiro Setor, se não atentarmos a profissionalização, qualquer novo indicador será apenas uma lista de indicadores de desempenho operacional, e não um sistema de comunicar e programar sua estratégia.


Rafael Vargas
Empreendedor Social
Gestor de Projetos Sociais

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Governo e Terceiro Setor ampliam relacionamento



Ocorreu ontem, 02 de dezembro, na Universidade Federal de Rondônia (Unir) um encontro de 28 associações do Terceiro Setor com o governador Confúcio Moura. Durante duas horas estas entidades debateram sobre as propostas a serem fundamentadas, validando cada vez mais o trabalho das associações com o primeiro setor.

 A 17ª Rodada de Conversação teve início com a apresentação de um vídeo explicando ao público os fundamentos do Terceiros Setor e sua forma de atuação junto ao governo e a comunidade. “Durante a campanha eleitoral nos reunimos com o governador Confúcio Moura para saber quais eram as propostas de trabalho do seu governo voltadas para as organizações, e ao mesmo tempo levar até o chefe de Estado as nossas. Hoje reeleito viemos aqui referendar e discuti-las”, declara o gestor de projetos do Instituto Ágora de Educação Tecnologia e Responsabilidade Social, Rafael Vargas.
Terceiro cetor (39)
As principais das 14 propostas, que fazem parte de uma Carta de intenções regidas pela organização setorial, dizem respeito à sustentabilidade das organizações, “alinhando uma parceria do Estado com o Terceiro Setor, fazendo assim com que o executivo olhe para nós como um parceiro social”, enfatiza Vargas.

Confúcio Moura, agradecendo a presença de todos os seguimentos, ampliou a conversa ao destacar a criação das organizações na época em que atuava como deputado federal o que, segundo ele, se resumia em grandes modelos mas com bastante trabalho pelos desenvolvedores. Muitas sem um embasamento visando apenas o lucro financeiro fecharam as portas.  ”No Brasil, São Paulo é um dos poucos Estados onde o Terceiro  Setor tem grande influência, principalmente com a participação na saúde”, disse.
Terceiro cetor (31)
Confúcio deixou claro que é um apoiador do Terceiro Setor e citou algumas organizações que são exemplos em Rondônia, como a Casa Família Roseta, Irmãs Marcelinas, além de outras que buscam captar seus recursos não somente do Primeiro Setor. Como médico, o que mais lhe marcou na profissão, disse Confúcio Moura, “foi a descoberta do soro caseiro, que tirou muitas crianças da fila da morte. Algo simples e descoberto por alguém que atuava voluntariamente em uma ONG”, no caso a missionária Zilda Arns, morta em 2010 durante um violento terremoto, na cidade de Porto Príncipe.

O Governo do Estado programa para o orçamento de 2015 recursos da ordem de R$ 1,5 milhão para atender aos projetos sociais do Terceiro Setor. O Estado analisa cerca de 40 projetos que foram solicitados em diversas áreas sociais.
Terceiro cetor (7)
O gerente de Fomento do Terceiro Setor, ligado à Secretaria de Estado de Assuntos Estratégicos (Seae), Aroldo Vasconcelos destacou a colaboração do governo implementando as parcerias pela Lei 13.019/2004, que trata do regime jurídico das associações.

Diretora-geral da Associação Casa Família Rosetta, Giuci Fulco complementa e diz que “quem ganham com essa união entre os dois setores é a população que pode ter dois aliados fortes, com o setor do governo com sua parte econômica e técnica e o social que trabalham no meio há bastante tempo e sabe dos problemas que muitas vezes o Estado não consegue  chegar”.
O Terceiro Setor, representado pelas Organizações Não Governamentais (ONGs) e associações, é formado por instituições que funcionam sem fins lucrativos. A maioria sobrevive de rendas e incentivos privados, quando sólidas como a francesa Médicos Sem Fronteiras e a suíça  World Wide Fund for Nature (WWF). “O Terceiro Setor em Rondônia ainda funciona de forma primária. Precisamos profissionalizar nosso pessoal, sejam eles engenheiros, contadores, gestores de projetos voltados para esse seguimento, mas pelo Instituto Ágora nós pretendemos dar um norte ao Terceiro Setor”, comenta Rafael Vargas.

Fonte
Texto: Emerson Barbosa
Fotos: Ésio Mendes
Decom - Governo de Rondônia

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

RODA DE CONVERSA COM O GOVERNADOR CONFÚCIO MOURA É ADIADA - Oficio Circular 031/2014



Oficio Circular nº 031/2014 

Porto Velho/RO, 17 de novembro de 2014.

Assunto: Adiamento da Roda de Conversa com o Terceiro Setor com o Governador Confúcio Moura.

Ilustríssimo (a),

Com os nossos cordiais cumprimentos, estamos través deste informando que a Roda de Conversa com o Terceiro Setor será adiada, no momento não temos uma data definida.

O objetivo deste era se reunir com o Governador Confúcio Moura para Referendar a CARTA PROPOSTA para ações concretas, entregue no período de campanha eleitoral 2014. Conduta do Governador do Estado de Rondônia, no que diz a respeita à sustentabilidade financeira das organizações da sociedade civil, estimular a cidadania ativa, bem como esteja aberto às demandas das organizações vendo-as como aliadas na construção e implementação de políticas públicas. Devido à agenda é imprevisto. Estamos adiando e articulando uma próxima data. Em breve estaremos divulgando e enviando novos convites.


Contamos com a sua compreensão. Aproveitamos o ensejo para manifestar nosso apreço e amizade.


Atenciosamente:

Rafael Vargas
Gestor de Projetos Sociais
Instituto Ágora de Educ. Tec. e Resp. Social
(69) 9210-9620 / 8130-0998


Ps: Endereço para correspondência: Fundação IPRO. Rua Rafael Vaz e Silva, 2220 – São Cristóvão. Porto Velho – RO. Contatos: (69) 3224-1822 / 9210-9620 / 8130-0998

sábado, 15 de novembro de 2014

Concurso Fundação Mi Sangre Nexso recebe inscrições


Organizações da sociedade civil podem enviar propostas para o Concurso Fundação Mi Sangre - Nexso, que premiará experiências criativas que trabalhem para a geração da cultura de paz para os jovens e com jovens em situação de vulnerabilidade social. O prêmio é de 2 mil dólares, aproximadamente 4.800 reais.

O prêmio busca iniciativas inovadoras dirigidas a jovens que contribuam para a transformação de conflitos em novas formas de convivência por meio de atividades lúdicas, o brincar, o desenho, a arte e a criatividade.

Apesar do idioma de inscrição não estar indicado claramente no site do concurso, ele está todo em portuguêse, por isso, é acessível às nossas organizações. O período de inscrição vai até o dia 25 de novembro, e deve ser feita online. Mais informações estão disponíveis aqui.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

FUNDO BRASIL LANÇA EDITAIS 2015 COM SHOW DE LECI BRANDÃO NO SESC


Fonte: Fundo Brasil de Direitos Humanos

Marcado para a noite de 3 de dezembro, no Sesc Vila Mariana, show de Leci Brandão será mais uma edição do evento “Diálogos musicais em direitos humanos"

O Fundo Brasil de Direitos Humanos lança, no dia 3 de dezembro, novos editais para apoio de projetos de organizações e/ou indivíduos que atuam na defesa de direitos humanos em todo o país. O lançamento acontece no Sesc Vila Mariana, com show de Leci Brandão, marcando mais uma edição do evento “Diálogos musicais em direitos humanos".

Na apresentação, Leci desfilará os grandes sucessos de sua carreira, distribuídos em seus mais de vinte álbuns. A cantora e compositora começou no início da década de 1970, tornando-se a primeira mulher a participar da ala de compositores da escola de samba Mangueira. Suas canções são marcadas por letras de cunho social, sempre em defesa das minorias.

O Sesc São Paulo é parceiro da fundação no lançamento dos seus editais desde 2009. Por meio dessa parceria, o Fundo Brasil tem alcançado um de seus principais objetivos: sensibilizar cada vez mais pessoas sobre a importância da defesa e da garantia dos direitos humanos em nosso País. A música tem se mostrado um caminho acertado nesse sentido. O Sesc São Paulo, por outro lado, também tem reafirmado seu compromisso com a promoção dos direitos humanos e com a valorização da educação e da cultura como pressuposto para a transformação social.

Com a participação de Carlinhos Antunes e Orquestra Mundana (2013), Fabiana Cozza (2012), Banda Pífanos de Caruaru com Rita Ribeiro (2011), MPB4 e Jair Rodrigues (2010) e MV Bill (2009), a série de shows intitulada “Diálogos Musicais em Direitos Humanos” se mostrou uma oportunidade de estimular o contato do público com o tema dos direitos humanos por meio da experiência cultural.

Números

O Fundo Brasil atua como uma ponte, viabilizando projetos de defesa dos direitos humanos, com recursos doados por indivíduos, empresas e instituições do poder público; e ainda promove o fortalecimento da atuação de grupos que trabalham nessa causa, potencializando suas ações por meio de formação técnica e política. 

Desde 2007, já foram destinados mais de R$ 7,4 milhões para o apoio a 247 iniciativas, espalhadas pelas cinco regiões do país. São beneficiários(as) da fundação: afrodescendentes, população LGBT, mulheres, pequenos(as) agricultores(as), comunidades tradicionais, povos indígenas, quilombolas, população carcerária, vítimas e familiares de violência policial; e grupos impactados por empreendimentos urbanos e grandes obras de infraestrutura.

Editais 2015

Todas as informações sobre como inscrever uma proposta e os critérios de seleção serão divulgadas a partir do dia 3 de dezembro no site do Fundo Brasil, e nas páginas da fundação no Facebook (facebook.com/fundobrasil) e no Twitter (twitter.com/fundobrasil).

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DPVAT PARA HOSPITAIS FILANTRÓPICOS

Por: Instituto Filantropia

Os hospitais filantrópicos situados em locais de interesse turístico do município poderão se beneficiar das ações bancadas com parte dos recursos oriundos do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), arrecadados anualmente e compulsoriamente repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Projeto de Lei nº 7.153/2014, do deputado Edinho Bez (PMDB-SC), dos 45% do dinheiro do DPVAT hoje repassado ao SUS, 2% seriam utilizados exclusivamente em ações de interesse e necessidade dessas instituições médicas. O texto determina ainda que a distribuição dos recursos se dê proporcionalmente, de acordo com o fluxo turístico da localidade. O Tesouro Nacional será o encarregado de repassar as verbas aos respectivos tesouros estaduais, no prazo de 15 dias. Em 2013, esses 45% corresponderam a R$ 3,614 bilhões.

sábado, 8 de novembro de 2014

99%das ONGS Não Passa De Fachada Para Grandes Corrupções de acordo com as GRANDEs Mídias desinformadas


Por: Rafael Vargas Lara
Empreendedor Social
Gestor de Projetos Sociais

Infelizmente a grande mídia divulga de forma errada o terceiro setor e sempre coloca todos no mesmo saco, podemos considerar um senso comum dos jornalistas não bem informados sobre as organizações da sociedade civil. É muito cômico quando fala que 99% das ONGs são de faixadas, se pegar a média de 400 mil organizações do terceiro setor que existe no Brasil, menos de 10% tem algum tipo de contrato ou convênio com o Estado. Isso mesmo Sr. Arnaldo Jabor, melhor verificar direito os seus dados, e se fizer um calculo da corrupção desses 10% vai obter um número menor de organizações que tiveram problemas com o Estado (corrupção) e muitas delas foram problemas de gestão. Concordo com você Sr. Jabor, quando diz que é o melhor negocio do mundo, não da forma como pensa, mas da forma correta e humanizada que é o terceiro setor. O melhor negócio do mundo sim, pois conseguimos transforma um pedaço do mundo com projetos sociais, com amor, alegria, cultura, educação, saúde e muitas das organizações não têm recursos públicos como afirma, muitas delas são independentes e não são de faixadas. E deixo um recado para o Terceiro Setor, o importante é democratizar a informação, transparecer os resultados, mostrar a importância dos projetos sociais, para que as pessoas que não compreende os trabalhos das organizações, não falem asneiras sem propriedades. A própria sociedade tem esse senso comum em dizer "então você trabalhando em uma ONG então tem dinheiro público".  Abraço e paz

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

NORMAS GERAIS - SOBRE A LEI 13.019/2014 - TCE-RS


Por: Marcos Rolim
Coordenador da Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Contas do Estado - RS



Vídeo 
NORMAS GERAIS - SOBRE A LEI 13.019/2014 - TCE-RS

Faz parte de um conjunto de vídeos explicativos sobre a Lei 13.019/2014 (Lei das Organizações da Sociedade Civil) produzidos pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande de Sul, através da Escola Superior de Gestão e Controle Francisco Juruena.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

INSTITUTO RIO LANÇA EDITAL ANUAL


Instituto Rio lança edital anual
Publicado por editora Rets

O Instituto Rio lança o edital anual de 2015, que terá como foco apoiar iniciativas de organizações e grupos da sociedade integrados à rede da Universidade Comunitária da Zona Oeste. O Instituto Rio doará, através do Fundo Vera Pacheco Jordão, o montante de R$ 240.000,00, e o processo de seleção para recebimento de propostas estará aberto até o dia 11 de janeiro de 2015.

As organizações apoiadas serão nomeadas como polos da Universidade Comunitária e deverão executar propostas tanto no âmbito das comunidades locais, como no fortalecimento das organizações e grupos de base comunitária da sociedade civil que integram a Rede Instituto Rio.

Interessados/as em participar do processo seletivo poderão fazer consultas exclusivamente por email.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

DEMOCRACIA REPRESENTATIVA E PARTICIPATIVA COMO FOCO DE AÇÕES DO TERCEIRO SETOR

Professor Aroldo Vasconcelos
Economista
Gerente de Fomento ao Terceiro Setor - SEAE

Nesse mês de outubro estamos vivenciando mais uma vez em todo o país o ensaio pessoal e democrático de fazer escolhas. Analisamos as propostas de candidatos em primeiro turno e agora no segundo turno. Pelo sufrágio ocorrido em cinco de outubro próximo passado temos novo compromisso cidadão no dia 26. Quero nesse artigo explorar com os meus amigos e amigas leitores a essência do movimento de organizações do terceiro setor, e ferramenta estatutária de muitas delas que é a representação e a participação na mudança e na transformação da vida em comunidade; a forma do público e do coletivo na expressão elementar dos nossos direitos e deveres como civilizados e como atores sociais. Gostaria de memorar com todos que para haver prosperidade individual e crescimento particular é preciso ambiente oportuno e diálogo, sempre o diálogo. Pois bem, Rondônia avançou bem nos últimos anos nesse campo, temos até uma legislação estadual para regrar as relações entre o governo e as organizações do terceiro setor, tanto as urbanas como as rurais. Uma ação organizada ocorrida no mês de setembro passado demonstra o grau de compromisso com os avanços que essas entidades já registram no campo da gestão focalizada na representatividade e na participação democrática. É fato que entre os anos de 2002 a 2010 governantes da época pouca atenção deram aos movimentos sociais, suas organizações e suas necessidades, talvez pelo formato fechado em si mesmos, priorizando a autossuficiência do Estado como ente resolvedor de todos os problemas públicos; o que na realidade, desde a década de 90 não faz mais parte da agenda de gestores públicos antenados com o desenvolvimento e o potencial de parcerias que o terceiro setor representa. 

Os representantes do povo, eleitos para a gestão do coletivo já não podem se dar ao luxo de acreditar que o primeiro setor é solucionador impreterível de todos os problemas, à exceção daqueles que estão garantidos na constituição como ações intransferíveis - como saúde e educação; ademais a evolução das sociedades e das economias em todo o mundo dizem que os setores de determinada economia em determinado espaço geográfico devem proceder com alianças sociais para a plena garantia de satisfações básicas de todos os seus habitantes. Dito isso, recorro ao momento presente para informar aos cidadãos e cidadãs que o terceiro setor de Rondônia tem suas propostas e seus anseios em relação ao diálogo social, especialmente com os gestores públicos e os empresários na medida em que os problemas sociais advindos de desdobramentos de planos de governo - como é o caso da construção das usinas do Madeira ou de catástrofes naturais - como ocorrido no inicio de 2014 com a cheia histórica dos rios e seus afluentes; retroceder no diálogo social e na participação cidadã com seus conselhos e suas lideranças jamais. Rondônia caminha para o fortalecimentos de suas instituições e suas lideranças representativas e que a eleição em segundo turno possa trazer as certas e devidas garantias de crescimento econômico e desenvolvimento social que o futuro precisa, para os que estão vivos hoje e para os que ainda hão de nascer.